Educação presencial e online: Um Ensino híbrido com Metodologias Ativas.

 

Educação presencial e online: Um Ensino híbrido com Metodologias Ativas.

Google Meet - uma ferramenta colaborativa para o ensino

 

 


Fonte:     https://consultoria.venderdetudo.com/recursos-e-estrategias-para-o-ensino-online/

 

Já pensou em como o ensino on-line tem ajudado muitas pessoas? E que tal pensarmos como o ensino EAD e presencial poderia ajudar ainda mais? Por isso vamos falar um pouquinho do que denominamos de ensino híbrido ou blended learning.


Nos últimos anos é claro o avanço da tecnologia e revolução da internet e muitas mudanças surgiram no campo educacional. Por anos muitas pesquisas só era focada no ensino presencial como o melhor modelo de ensino para nossos estudantes. Por tanto, temos hoje outras formas flexíveis de  mostrar como são vantajosas a aplicação do ensino hídrico e da EAD em modelos conhecidos como blended learning.

Infelizmente ainda hoje muitos não conhecem o blended learning, mas nesses últimos anos de transformação da educação este tipo de ensino tornou-se uma forma prioritária e popular, devido ao quadro pandêmico que vivemos. Com esse nova configuração do ensino o aprendizado passar a ser tanto presencial quanto no modelo sala virtual.

Com tudo isso tornou-se os ambiente virtuais de aprendizagem. Uma forma mais conhecida de ensino por plataforma. Sendo que nesse sentido os alunos interagem com o professor de forma virtual em tempo real ou não dependendo da forma de planejamento adotado pela escola, as chamadas aula síncronas ou assíncronas.

Nestes modelos de interação temos as diferenças que são: no modelo assíncrono, não será necessário a presença dos  estudantes, pois cada um se organiza para acompanhar as atividades das aulas.

Já no modelo síncrono, todos os envolvidos participam de  forma interativa em tempo real utilizado alguma forma de ferramenta virtual como por exemplo como fóruns, chats, aulas ao vivo e muitas outras.

Com tudo podemos ver claramente que o ensino hibrido, permite uma flexibilização da forma de aplicar o aprendizado. Isso faz com que os alunos tenham uma oportunidade de se adequar para sua formação e consolidação com seu trabalho.

Lembrando também, que essa forma de ensino leva as instituições a uma economia de alguns recursos como espaço físico, energia elétrica dentre outros gastos.

O ensino híbrido conta com as atividade de metodologias ativas como por exemplo o ensino feito de forma colaborativa por aplicativos de aprendizagem, sala de aula invertida, onde os estudantes veem os conteúdos primeiro antes das aulas serem dadas pelo professor.

Para a escola implantar o ensino híbrido, é necessário fazer capacitação dos profissionais para adequar de forma correção esse implantação. Os papeis de professores e alunos precisam estar bem definidos para que sejam colocados esse forma de ensino nas escolas.

Todos os profissionais envolvidos da escola precisam estar formados para que  a gestão da mesma faça de forma clara a utilização do ensino híbrido.

Enfim, a educação precisa passar por uma atualização para que a mesmo não seja obsoleta e sim uma forma de modelo mais adequado nosso alunado e para as famílias de uma forma geral. Precisamos pensar que o ensino dito como tradicional já esta sendo transformada em uma nova geração de ensino conhecido como blended learning.

 

 

Referências bibliográficas:

 

-  Ensino Híbrido: BACICH, L.; TANZI NETO, A.; TREVISANI, F. de M. (Orgs.) .Personalização e Tecnologia na Educação. Porto Alegre: Penso, 2015. 270p https://www2.ifal.edu.br/ensino-remoto/professor/apostilas-e-livros/ensino-hibrido.pdf/

 

-  Educação hibrida no ensino superior. ABREU, Z.H.L.; MACHADO, A. F. Estação Científica - Juiz de Fora, 19, janeiro junho / 2018 https://portal.estacio.br/media/3730413/a- educa%C3%A7%C3%A3oh%C3%ADbrida-no-ensino-superior.pdf acessado em 20/04/2020

 

-  Rastros Digitais: BRUNO, Fernanda. O que eles se tornam quando vistos sob a perspectiva da teoria ator-rede? XXI Encontro da Compós. Juiz de Fora: Compós. 2012.

 

-  A comunicação das coisas: LEMOS, André. Teoria ator-rede e cibercultura. 1a. ed. São Paulo: Annablume, 2013.

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